




Na ordem de cima para baixo Katarina Vasilissa, Anna Amirati, Yuliya Mayarchuk, Anna Jimskaya , o velho Brass, "as musas e o mestre".
Tinto Brass é um cineasta italiano que recentemente completou 75 anos, ele já trabalhou em sets de filmagem com Antonioni e Fellini, herdou do primeiro o excelente gosto por belíssimas mulheres que figuram em seus filmes (e aqui não há nenhum exagero nesta observação) e do segundo um apuramento estético ímpar, quando se abrem os letreiros por exemplo de um filme do velho, já se sabe que é um filme Tinto Brass, poucos cineastas atingem esse nível de identificação estética, só para citar alguns o próprio Fellini, Bergman, Godard e Almodóvar são cineastas com essa característica.
Para se atingir esse nível estético é preciso criar um universo cinematográfico, mais o que faz parte do universo Brassiano? primeiro é lógico as belas atrizes principais, mas isso merece um capítulo à parte, mas estão sempre lá o marido traído, a amoralidade, a profusão de espelhos pelos cenário com cores contrastantes, closes sacanas, os pelos pubianos em profusão e sim os pêlos nas axilas das beldades !!!! e vários fetiches salpicando pela tela como os passeios de barco com as musas na proa sem calcinha, as meias calças , os banhos tchecos e os desfiles de bundas, sua maior paixão.
Os críticos do velho safado sempre insinuam do conteúdo raso de seus filmes, das histórias toscas e personagens ridículos, mas há de se considerar que as histórias não são o principal nos seus filmes, o principal é a alegria de suas atrizes a felicidade com que se envolvem em situações de excitação e o descomprometimento com qualquer fundo pisicológico e envolvimento emocional, nos filmes de Tinto Brass as situações são mais importantes que as emoções.
Assisti recentemente há quatro filmes do diretor, o voyeur, monella, tra(sgre)dire e monamour todos são de excelente safra brassiana estão lá todas as características do universo do diretor e sua espantosa capacidade de garimpar mulheres absurdamente lindas e voluptuosas no que esse termo tem de mais significativo, qualquer um que assistir a um destes filmes irá concordar de bate pronto, em o voyeur a beleza de Katarina Vasilissa se mistura aos milhares de fetiches voyeurs espalhados pelo filme, todas as observações são feitas entre frestas, sombras e espelhos, em monella o que mais espanta é que a beleza de Anna Amirati é de uma naturalidade absurda, o seu sorriso chega a iluminar a tela, não há como tirar os olhos quando ela surge, sem nenhum exagero.Em trasgredire que no Brasil teve a tradução ridícula de A pervertida (em italiano ao pé da letra é A transgressora) tem a presença de Yuliya Mayarchuk, que Brass "descobriu" num restaurante na hungria, esta não é tão farta de carnes como as outras musas, mais tem um charme e um corpo espetacular com uma bunda com padrão Brass de qualidade e se alguém conseguir reparar, tem uma voz que desperta qualquer gigante adormecido e por último talvez a mais brassiana das últimas musas, Anna Jimskaya, que desfila sua opulência desnuda do início ao fim de monamour, não há como não se encantar pelo seu jeito mulherão devasso, dessa russa magnífica.
Como dá para perceber pelo que realmente reparei no filme, percebe-se que roteiro é o que menos importa nos filmes de Brass, a beleza das imagens são tão marcantes que a história fica sempre em segundo plano, são de uma densidade erótica, aqui em termos de libido, sem igual no cinema. Por haver uma ingenuidade até singela, o passeio de bicicleta em monella , o banho de mar em trasgredire, o passeio de barco em monamour, não dão somente tesão, mais sim uma sensação se contemplação da beleza, Brass acerta sempre no alvo, nada é vulgar, constrangedor e incômodo, tudo é belo e expontâneo e os alvos são sempre o que há de mais belo nas suas musas, já li em alguns artigos que seu cinema é oposto do que o cinema françês atual tem em relação ao sexo, este é sempre encarado como punição e envolto em sentimentos de culpa, como nos filmes Os Anjos Exterminadores, Romance e outros filmes franceses em que o sexo é o foco central, concordo em parte, o sexo nos filmes de Brass não tem realmente nenhum tipo de culpa, mais ele não encara isso como algo central em seus filmes, o que é central em seus filmes é o próprio sexo e este é sempre visto de forma libertária contra qualquer juízo de valor moral, ele utiliza o sexo como algo bom e divertido e isso é o que incomoda mais os seus críticos, que levam o sexo à sério demais.
Vida longa ao mestre Brass !!! seu cinema não é reflexivo, não tem mensagens edificantes, não choca, não emociona (no sentido dramático da palavra) e muito menos não é cinema levado à sério, sua missão como cineasta parece ser a de presentear a platéia com belas imagens cheias de características tão peculiares e as mais belas centerfolds que o cinema periférico já viu, esbanjando uma alegria sacana cada vez mais rara nesse mundo de sexo atlético-performático.
Tinto Brass é um cineasta italiano que recentemente completou 75 anos, ele já trabalhou em sets de filmagem com Antonioni e Fellini, herdou do primeiro o excelente gosto por belíssimas mulheres que figuram em seus filmes (e aqui não há nenhum exagero nesta observação) e do segundo um apuramento estético ímpar, quando se abrem os letreiros por exemplo de um filme do velho, já se sabe que é um filme Tinto Brass, poucos cineastas atingem esse nível de identificação estética, só para citar alguns o próprio Fellini, Bergman, Godard e Almodóvar são cineastas com essa característica.
Para se atingir esse nível estético é preciso criar um universo cinematográfico, mais o que faz parte do universo Brassiano? primeiro é lógico as belas atrizes principais, mas isso merece um capítulo à parte, mas estão sempre lá o marido traído, a amoralidade, a profusão de espelhos pelos cenário com cores contrastantes, closes sacanas, os pelos pubianos em profusão e sim os pêlos nas axilas das beldades !!!! e vários fetiches salpicando pela tela como os passeios de barco com as musas na proa sem calcinha, as meias calças , os banhos tchecos e os desfiles de bundas, sua maior paixão.
Os críticos do velho safado sempre insinuam do conteúdo raso de seus filmes, das histórias toscas e personagens ridículos, mas há de se considerar que as histórias não são o principal nos seus filmes, o principal é a alegria de suas atrizes a felicidade com que se envolvem em situações de excitação e o descomprometimento com qualquer fundo pisicológico e envolvimento emocional, nos filmes de Tinto Brass as situações são mais importantes que as emoções.
Assisti recentemente há quatro filmes do diretor, o voyeur, monella, tra(sgre)dire e monamour todos são de excelente safra brassiana estão lá todas as características do universo do diretor e sua espantosa capacidade de garimpar mulheres absurdamente lindas e voluptuosas no que esse termo tem de mais significativo, qualquer um que assistir a um destes filmes irá concordar de bate pronto, em o voyeur a beleza de Katarina Vasilissa se mistura aos milhares de fetiches voyeurs espalhados pelo filme, todas as observações são feitas entre frestas, sombras e espelhos, em monella o que mais espanta é que a beleza de Anna Amirati é de uma naturalidade absurda, o seu sorriso chega a iluminar a tela, não há como tirar os olhos quando ela surge, sem nenhum exagero.Em trasgredire que no Brasil teve a tradução ridícula de A pervertida (em italiano ao pé da letra é A transgressora) tem a presença de Yuliya Mayarchuk, que Brass "descobriu" num restaurante na hungria, esta não é tão farta de carnes como as outras musas, mais tem um charme e um corpo espetacular com uma bunda com padrão Brass de qualidade e se alguém conseguir reparar, tem uma voz que desperta qualquer gigante adormecido e por último talvez a mais brassiana das últimas musas, Anna Jimskaya, que desfila sua opulência desnuda do início ao fim de monamour, não há como não se encantar pelo seu jeito mulherão devasso, dessa russa magnífica.
Como dá para perceber pelo que realmente reparei no filme, percebe-se que roteiro é o que menos importa nos filmes de Brass, a beleza das imagens são tão marcantes que a história fica sempre em segundo plano, são de uma densidade erótica, aqui em termos de libido, sem igual no cinema. Por haver uma ingenuidade até singela, o passeio de bicicleta em monella , o banho de mar em trasgredire, o passeio de barco em monamour, não dão somente tesão, mais sim uma sensação se contemplação da beleza, Brass acerta sempre no alvo, nada é vulgar, constrangedor e incômodo, tudo é belo e expontâneo e os alvos são sempre o que há de mais belo nas suas musas, já li em alguns artigos que seu cinema é oposto do que o cinema françês atual tem em relação ao sexo, este é sempre encarado como punição e envolto em sentimentos de culpa, como nos filmes Os Anjos Exterminadores, Romance e outros filmes franceses em que o sexo é o foco central, concordo em parte, o sexo nos filmes de Brass não tem realmente nenhum tipo de culpa, mais ele não encara isso como algo central em seus filmes, o que é central em seus filmes é o próprio sexo e este é sempre visto de forma libertária contra qualquer juízo de valor moral, ele utiliza o sexo como algo bom e divertido e isso é o que incomoda mais os seus críticos, que levam o sexo à sério demais.
Vida longa ao mestre Brass !!! seu cinema não é reflexivo, não tem mensagens edificantes, não choca, não emociona (no sentido dramático da palavra) e muito menos não é cinema levado à sério, sua missão como cineasta parece ser a de presentear a platéia com belas imagens cheias de características tão peculiares e as mais belas centerfolds que o cinema periférico já viu, esbanjando uma alegria sacana cada vez mais rara nesse mundo de sexo atlético-performático.
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